Bom dia!
Guarulhos amanheceu com muito sol e eu já estou trabalhando, planejando as aulas da semana!
O trabalho está intenso, até pegar o ritmo é assim mesmo, ainda mais com provas, simulados etc. e tal.
Agora tentarei reorganizar minha presença no Blog com mais assiduidade, afinal esta é uma tarefa que faço com imenso prazer, serve inclusive como atividade de lazer.
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26.3.11
18.12.10
Ciclos que se encerram
Jaime Ernesto acaba de completar 11 anos. Ele é meu filho e tenho muito orgulho disso.
Primeiro explicando o nome. Jaime é uma singela homenagem ao irmão de minha esposa que nos deixou prematuramente, num trágico acidente. Ernesto é uma homenagem ao revolucionário mais coerente que a história conheceu: Ernesto Guevara de La Serna!
Jaiminho acaba de completar o 5º ano do ensino fundamental, na escola Pueri Domus da Rua Verbo Divino. Foi também seu último ano nesta escola, na qual fui professor por mais de quatro anos e que tantas boas recordações deixou.
Nossa alegria foi imensa por tudo que foi proporcionado a ele, tanto no campo do conhecimento quanto no da cidadania, além dos excelentes amigos que aqui deixa.
Não podemos deixar de mencionar suas professoras: Priscila, Márcia, Vera e Vânia, que acompanharam o desenvolvimento escolar do Jaime desde 2007 e também outras pessoas maravilhosas como Mirna, Heloíse, Bia, Bruno, Sílvia, Olga, Cristina e Lela, além de todos os outros trabalhadores do Pueri, que estiveram presentes no dia a dia do Jaiminho nestes anos todos.
Como esquecer Elisa, que foi diretora geral da Unidade, por quem o Jaime nutre especial carinho até hoje, embora ela tenha se afastado da Verbo na metade de 2008.
Foram muitos os momentos felizes e de sentimento de etapas cumpridas. Os trabalhos especiais, o crescimento intelectual e o ajustamento de condutas, grandes vitórias para ele e para nós.
Não esqueceremos das festas juninas, das jornadas esportivas, das preparações das tribunas livres, da Replago e principalmente do estudo do meio em Santos.
Apostamos sempre na educação que alimentasse a autonomia, o respeito ao outro e o hábito de estudar. Encontramos isso nas séries iniciais do Pueri quando fomos muito bem acolhidos pela Fernanda Zocchio, na época diretora e uma das mantenedoras.
Temos a certeza de que o caminho percorrido até aqui, em se tratando da escolarização de nosso filho, foi correto.
Nossa alegria vem misturada com uma dose de tristeza em razão da necessidade de ir embora.
Estamos de partida para outra cidade, aqui bem pertinho e ele para outra escola. Esperamos que sejam anos tão felizes como foram estes no Pueri Domus.
![]() |
| Na Rep Lago, cobertos de lama. |
| Agora é sério! Ao trabalho grupo! |
| Da esquerda para a direita: Pedro, Vânia e Jaime. |
| Da esquerda para a direita: Lela, Jaime, Mirna e Heloíse. |
4.11.10
Gato no telhado
A cada dia que passa a vida nos reserva novas e instigantes surpresas. Hoje, por exemplo, descobri que tem um gato preso no forro da minha casa.
O barulho ocorre há dois ou três dias. Minha mulher temia por uma infestação de ratos.
Pelos ruídos que ouvi disse a ela que o rato deveria ser praticamente um Ronaldo Fenômeno, tal o barulho que fazia.
Hoje os sons se intensificaram. Disse então a minha mulher: isso só pode ser um gato!
Profunda conhecedora do idioma dos felinos, minha senhora soltou alguns miados, imediatamente respondido pelo coiso que se encontra no forro.
Constatado o problema, basta abrir um alçapão e adentrar o forro para liberar o gatinho.
Problema número 1: minha circunferência impede o acesso ao alçapão!
Problema número 2: não tem mais ninguém em casa com coragem para chegar ao telhado.
Ligamos então para os bombeiros. Fomos gentil e prontamente atendidos. Pediram que ligássemos para a Prefeitura e nos deram dois números: 151 ou 156.
Ao ligar para o Centro de Controle de Zoonoses, Ana, minha dileta companheira, travou o seguinte diálogo com a atendente:
- Boa noite!
Atendente: Boa noite, a senhora poderia está informando seu nome completo, endereço e um ponto de referência?
Foi prontamente atendida.
Atendente: Qual o problema?
Ana repetiu o relato que fiz acima.
Atendente: Como a senhora sabe que é um gato?
Ana: Por que ele miou.
Atendente: Tem certeza?
Ana: (silêncio)
Atendente: ok senhora, nós vamos estar abrindo um protocolo e num prazo de até 30 dias estaremos buscando o animal em epígrafe!
Ana: Moça, ele está no forro, onde tem a fiação elétrica, está preso, sem comida, como podemos esperar 30 dias?
Atendente: Senhora me desculpe, mas este é o prazo regulamentar.
Ana: E até lá faço o quê?
Atendente: A senhora cuide de acalmar o animal!
O imbecil no gato continua preso no forro! Sei lá até quando...
O barulho ocorre há dois ou três dias. Minha mulher temia por uma infestação de ratos.
Pelos ruídos que ouvi disse a ela que o rato deveria ser praticamente um Ronaldo Fenômeno, tal o barulho que fazia.
Hoje os sons se intensificaram. Disse então a minha mulher: isso só pode ser um gato!
Profunda conhecedora do idioma dos felinos, minha senhora soltou alguns miados, imediatamente respondido pelo coiso que se encontra no forro.
Constatado o problema, basta abrir um alçapão e adentrar o forro para liberar o gatinho.
Problema número 1: minha circunferência impede o acesso ao alçapão!
Problema número 2: não tem mais ninguém em casa com coragem para chegar ao telhado.
Ligamos então para os bombeiros. Fomos gentil e prontamente atendidos. Pediram que ligássemos para a Prefeitura e nos deram dois números: 151 ou 156.
Ao ligar para o Centro de Controle de Zoonoses, Ana, minha dileta companheira, travou o seguinte diálogo com a atendente:
- Boa noite!
Atendente: Boa noite, a senhora poderia está informando seu nome completo, endereço e um ponto de referência?
Foi prontamente atendida.
Atendente: Qual o problema?
Ana repetiu o relato que fiz acima.
Atendente: Como a senhora sabe que é um gato?
Ana: Por que ele miou.
Atendente: Tem certeza?
Ana: (silêncio)
Atendente: ok senhora, nós vamos estar abrindo um protocolo e num prazo de até 30 dias estaremos buscando o animal em epígrafe!
Ana: Moça, ele está no forro, onde tem a fiação elétrica, está preso, sem comida, como podemos esperar 30 dias?
Atendente: Senhora me desculpe, mas este é o prazo regulamentar.
Ana: E até lá faço o quê?
Atendente: A senhora cuide de acalmar o animal!
O imbecil no gato continua preso no forro! Sei lá até quando...
21.4.10
Algumas escolhas nós fazemos, outras são feitas para nós...
Ainda não é o fim do ano, mas aquela nostalgia do que não fizemos e a sensação de que precisamos arrumar um montão de coisas já bate à porta.
Fui golpeado no final do ano passado com a demissão da escola onde lecionava havia quase cinco anos. Pior, o novo dono, na apresentação geral que aconteceu no meio do ano, sugeriu que os colegas buscassem informações comigo, sobre a idoneidade e correção da empresa no trato com os “colaboradores”, uma vez que eu já trabalhara para o grupo em tempos idos.
Nesta apresentação ele – o novo dono – prometeu uma escola “Premium”, com profissionalização e projeto pedagógico de excelência. E eu acreditei! Infelizmente a escola que tinha até “experimental” no nome está sendo transformada numa escola tradicional, aos poucos e sem os requisitos necessários às boas escolas tradicionais.
Uma página virada.
Comecei numa nova escola neste ano, distante de casa. Voltei a enfrentar o trânsito de São Paulo e uma realidade que ainda não tinha vivenciado: condomínio fechado.
Estou tateando ainda, o projeto é interessante, mas como tudo que é novo essa experiência também amedronta.
Os novos colegas – alguns conhecidos de outras frentes de labuta – são ótimos e estou adorando retomar as aulas no Fundamental II. Fazia já 12 anos que não trabalhava com 6º ano (antiga 5ª série).
Mas sinto falta de algo mais no campo profissional. Alimento um sonho, já faz um tempo, de enveredar pela área de tecnologias educacionais e educação à distância. Talvez seja o momento de começar a me preparar para essas possibilidades.
Quando esse sentimento me ataca eu ataco as coisas acumuladas.
Limpo a caixa de e-mail, falo e escrevo sobre as coisas que me deixam tristes...
Resolvi arrumar os contatos do MSN. Lá criei grupos para facilitar minha vida.
Tenho “alunos e ex-alunos”, “colegas de trabalho”, “Família” e “Amigos”.
Tenho “alunos e ex-alunos”, “colegas de trabalho”, “Família” e “Amigos”.
Quando meus alunos terminam o ensino médio, ou mudam de escola, eu desloco o sujeito ou a sujeita do grupo de “alunos e ex-alunos” para o de “Amigos”. Às vezes simplesmente apago o contato.
O mesmo faço no grupo de “colegas de trabalho”. O duro foi perceber que alguns colegas de trabalho, que eu pensava em transferir para o “Amigos” tiveram que ser apagados.
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