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30.10.09

Eu odeio esse tal de halloween

Não suporto os sinais de submissão cultural que externamos vez ou outra. Dentre minhas irritações uma se destaque: essa imbecilidade que chamam de “dias das bruxas”.
No meu tempo a gente comemorava o “dia das bruxas” no aniversário da sogra e só.
Agora as escolas se enfeitam e as crianças saem às ruas e condomínios com essa babaquice de “gostosura ou travessura”.
No meu endereço anterior submeti um grupo de crianças, entre 5 e 12 anos, a uma hora de aula sobre a importância do Saci Pererê.

E os adultos então? Parecem seres extraterrestres vestidos de imbecis, ou seriam imbecis vestidos de extraterrestres?
O pior é a pressão que as crianças recebem. Hoje meu filho de apenas 9 anos – incompletos – veio com a história de que sairia com os amigos para visitar os vizinhos. Não tive dúvidas: escondi todas as chaves! Não vai mesmo!
Prefiro um filho palmeirense a um que saia no dia das bruxas com essas fantasias de abóboras ridículas pedindo balas e doces.
Ano que vem vou preparar balas de pimenta malagueta!
Para quem não conhece a história dessa violação cultural veja aqui a origem da festa. Aqui uma versão diferente.
A cidade de São Luiz do Paraitinga, em São Paulo, reagiu de maneira bem humorada a esta palhaçada. Veja aqui o que eles fizeram.

Texto publicado em 30/10/08.

31.10.08

Eu odeio esse tal de halloween

Não suporto os sinais de submissão cultural que externamos vez ou outra. Dentre minhas irritações uma se destaque: essa imbecilidade que chamam de “dias das bruxas”.
No meu tempo a gente comemorava o “dia das bruxas” no aniversário da sogra e só.
Agora as escolas se enfeitam e as crianças saem às ruas e condomínios com essa babaquice de “gostosura ou travessura”.
No meu endereço anterior submeti um grupo de crianças, entre 5 e 12 anos, a uma hora de aula sobre a importância do Saci Pererê.
E os adultos então? Parecem seres extraterrestres vestidos de imbecis, ou seriam imbecis vestidos de extraterrestres?
O pior é a pressão que as crianças recebem. Hoje meu filho de apenas 9 anos – incompletos – veio com a história de que sairia com os amigos para visitar os vizinhos. Não tive dúvidas: escondi todas as chaves! Não vai mesmo!
Prefiro um filho palmeirense a um que saia no dia das bruxas com essas fantasias de abóboras ridículas pedindo balas e doces.
Ano que vem vou preparar balas de pimenta malagueta!
Para quem não conhece a história dessa violação cultural veja aqui a origem da festa. Aqui uma versão diferente.
A cidade de São Luiz do Paraitinga, em São Paulo, reagiu de maneira bem humorada a esta palhaçada. Veja aqui o que eles fizeram.