12.9.09

Nova África


Nova África é a nova série jornalística da TV Brasil que estréia dia 25/09/2009 às 22H.
A série tem como objetivo retratar o continente africano da perspectiva dos africanos. Como escreveu o autor Mia Couto, a África vive uma tripla condição restritiva: prisioneira de um passado inventado por outros, amarrada a um presente imposto pelo exterior e, ainda, refém de metas que lhe foram construídas por instituições internacionais que comandam a economia.
Nesta série os africanos narram seus problemas e soluções: trabalhadores, políticos, assim como intelectuais, artistas e ativistas sociais africanos, cujas vozes e idéias estão quase ausentes no cotidiano dos brasileiros são nossos entrevistados.
Vários países africanos foram e estão sendo visitados e priorizamos os países com os quais o Brasil - pelas relações históricas estabelecidas ao longo de séculos - tem maiores afinidades culturais e econômicas, além dos acordos de cooperação firmados na atualidade

Assista, divulgue!

Ficha Técnica

Direção Geral: Henry Daniel Ajl e Luiz Carlos Azenha
Direção de Fotografia: Markus Bruno
Projeto editorial: Luiz Carlos Azenha e Conceição Oliveira
Coordenação de Produção: Tatiana Barbosa
Reportagem: Aline Midlej
Produção: Paulo Eduardo Palmério
Assistentes de produção: Erica Teodoro, Yuri Gonzaga
Montagem: Marco Korodi, Augusto Simões
Roteiro programa estréia: Eduardo Prestes Diefenbach
Roteiro: Angela Canguçu
Consultoria Histórica: Conceição Oliveira
Finalização Gráfica: Fernando Clauzet
Trilha Original e Mixagem: Rafael Gallo
Coordenação de Pós-produção: Eduardo Prestes Diefenbach
Narração: Phil Miler
Narração "Os Lusíadas" de Luiz Vaz de Camões: Gero Camilo
Agradecimentos a: Carlos Serrano, Rita Chaves e Adelto Gonçalves.
Aline veste: Kailash e Neon
Produtora: BaboonFilmes: http://www.baboon.com.br/

Voltando...

Amigos e amigas, estive de molho por uns dias. Nada muito sério. Somente hoje consegui responder aos e-mails e comentários sobre os textos mais recentes, amanhã volto a blogar.

8.9.09

São Paulo sitiada

Sim, sitiada pela incompetência demo-tucana que nos governa faz décadas e pela mídia omissa e partidária, que não dá a notícia, ela vende de acordo com os seus interesses.
No final da administração do picolé de chuchu, o homem da Opus Dei, ele espalhou uma centena de outdoors pela cidade: Tiête livre de enchentes!
Depois de uma obra de 3 anos, milionária e com vários aditamentos, estava lá, para todo cidadão desta cidade ler: Tiête livre de enchentes!
A Globo cobriu o dia de hoje com base numa catástrofe natural, só faltou pedir uma CPI contra São Pedro.
A cidade parou.
Quem tentou ligar para avisar que tinha problemas não conseguiu: a Telefonica parou também!
Aliás a privatização do sistema telefônico deveria dar cadeia para os responsáveis. Transferiram o monopólio estatal para um outro estrangeiro, que, além de tudo, é pouco competente!

1.9.09

No nosso país as vítimas viram criminosos, basta que a mídia assim o queira

Como nossa mídia porcorativa (só pra imitar Maria_Frô) adora coincidências!
Foi só os sem-terra conseguirem uma vitória importante - dentre tantas batalhas perdidas nesse governo - que novamente tentam transformar as vítimas em criminosos.
Assim que o governo sinalizou que os novos índices de produtividade seriam aprovados a guerra recomeçou.
Quem deu o primeiro tiro? Um monte de gente. Rede Bandeirantes, Zero Hora, Estadão, enfim, todos aqueles que representam covardemente o latifúndio e a economia rentista que prevalece sobre a produtiva. Claro que o disparo mais vistoso foi dado por Veja neste final de semana, trazendo a tona novamente os "escândalos financeitos" envolvendo MST e governo.
Não tenho estômago para ler Veja, mas vou tentar, fazer mais esforço para tentar compreender até onde vai o esforço criativo desses brontossauros da manipulação.
Enquanto isso sugiro algumas leituras esclarecedoras:
O Caso de Veja - dossiê preparada por Luis Nassif
Abaixo nota oficial do MST:
O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra responde aos recentes ataques veículados em diferentes meios de comunicação

01/09/2009
Secretaria Nacional do MST

Fizemos uma mobilização em todo o país e um acampamento em Brasília em defesa da Reforma Agrária e obtivemos vitórias importantes, relacionadas à solução dos problemas dos trabalhadores do campo. A jornada de lutas conquistou do governo federal medidas muito importantes, embora estejamos longe da realização da Reforma Agrária e da consolidação de um novo modelo agrícola. Além disso, demonstrou à sociedade e à população em geral, que apenas a organização do povo e a luta social podem garantir conquistas para os trabalhadores e trabalhadoras.
A principal medida do governo, anunciada durante a jornada, é a atualização dos índices de produtividade, que são utilizados como parâmetros legais para a desapropriação de terras para a Reforma Agrária. Os ruralistas, o agronegócio e a classe dominante brasileira fecharam posição contra a revisão dos índices e passaram a utilizar os meios de comunicação para pressionar o governo a voltar atrás.
Essas conquistas deixaram revoltados os ruralistas, o agronegócio e a classe dominante, que defendem apenas seus interesses, patrimônio e lucro, buscando aumentar a exploração dos trabalhadores, da natureza e dos recursos públicos. Nesse contexto, diversos órgãos da imprensa burguesa - os verdadeiros porta-vozes dos interesses dos capitalistas no campo - como Revista Veja, Estadão, Correio Brazilienze, Zero Hora e a TV Bandeirantes, passaram a atacar o Movimento para inviabilizar medidas progressistas conquistadas com a luta.
Não há nenhuma novidade na postura política e ideológica desses veículos, que fazem parte da classe dominante e defendem os interesses do capital financeiro, dos bancos, do agronegócio e do latifúndio, virando de costas para os problemas estruturais da sociedade e para as dificuldades do povo brasileiro. Desesperados, tentam requentar velhas teses de que o movimento vive às custas de dinheiro público. Aliás, esses ataques vêm justamente de empresas que vivem de propaganda e recursos públicos ou que são suspeitas de benefícios em licitações do governo de São Paulo, como a Editora Abril.
Diante disso, gostaríamos de esclarecer a nossos amigos e amigas, que sempre nos apóiam e ajudam, que nunca recebemos nem utilizamos dinheiro público para fazer qualquer ocupação de terra, protesto ou marcha. Todas as nossas manifestações são realizadas com a contribuição das famílias acampadas e assentadas e com a solidariedade de cidadãos e entidades da sociedade civil. Temos também muito orgulho do apoio de entidades internacionais, que nos ajudam em projetos específicos e para as quais prestamos conta dos resultados em detalhes. Aliás, todos os recursos de origem do exterior passam pelo Banco Central. Não temos nada a esconder.
Em relação às entidades que atuam nos assentamentos de Reforma Agrária, que são centenas trabalhando em todo o país, defendemos a legitimidade dos convênios com os governos federal e estaduais e acreditamos na lisura do trabalho realizado. Essas entidades estão devidamente habilitadas nos órgãos públicos, são fiscalizada e, inclusive, sofrem com perseguições políticas do TCU (Tribunal de Contas da União), controlado atualmente por filiados do PSDB e DEM. Desenvolvem projetos de assistência técnica, alfabetização de adultos, capacitação, educação e saúde em assentamentos rurais, que são um direito dos assentados e um dever do Estado, de acordo com a Constituição.
Não esperávamos outro procedimento desses meios de comunicação. Os ataques contra o Movimento são antigos e nunca passaram da mais pura manifestação de ódio dos setores mais reacionários da classe dominante contra trabalhadores rurais que se organizaram e lutam por seus direitos. Vamos continuar com as nossas mobilizações porque apenas a pressão popular pode garantir o avanço da Reforma Agrária e dos direitos dos trabalhadores, independente da vontade da classe dominante e dos seus meios de comunicação.

31.8.09

Blog do Planalto

Estreou o Blog do Planalto e já coloquei aí na minha lista de favoritos.
Claro que devemos lê-lo com um cuidado: é a versão oficial! Mas, como temos a versão da oposição na Veja, Folha, Estadão etc. nada como um bom contraponto.
Boa leitura.

30.8.09

O ex-ladrão que virou professor

Ainda nos resta esperança. Reproduzo abaixo notícia do Estadão de hoje (clique aqui para ler no original).

O ex-ladrão que virou professor
Fora da escola, achou a literatura
Até os 8 anos de idade, Marcos Lopes cresceu sob os cuidados do irmão dez anos mais velho, que cuidava dele enquanto os pais trabalhavam para sustentar a casa em que morava, no Parque Santo Antônio, bairro pobre da zona sul de São Paulo.
Na 2ª série, com problemas na escola, a professora chamou a mãe de Marcos para dizer que o filho era "burro" e "não tinha jeito", pecha que o marcou "como uma tatuagem". Na sala de aula, ouviu ainda a professora cantar para ele uma música que não sairia das lembranças. "Não sabe, não sabe, vai ter de aprender, orelha de burro foi feita pra você."
Marcos assumiu o papel de aluno relapso e voltou a repetir na 5ª série.
Para chamar a atenção e mostrar que merecia respeito, pegou um revólver de brinquedo e assaltou a cantina da escola em que estudava.
Acabou expulso.
Com tempo de sobra, fora da escola e nas ruas da zona sul, aos 14 anos passou a se envolver com outros moleques que não estudavam. Roubar carros e pedestres, fumar maconha, cheirar cocaína e curtir as noitadas com o dinheiro dos roubos passou a ser rotina.
Nos anos 2000, prestes a completar 18 anos, entrou para o tráfico. A situação começou a apertar quando alguns amigos da biqueira em que trabalhava passaram a ser mortos.
Em questão de semanas, foram quatro. E ele percebeu que era a bola da vez. Foi quando procurou a educadora Dagmar Garroux, fundadora da Casa do Zezinho, no Capão Redondo, que ensina a jovens da região uma série de atividades, incluindo inglês, espanhol, música e artes.
Conversando sobre as mortes que o rondavam e sobre a vida que havia abraçado, Tia Dag sugeriu que ele desse um tempo e emprestou o livro Capão Pecado, do escritor Ferrez, que relata o cotidiano do bairro.
A empatia com o livro o levou a novas obras e o estimulou a tentar contar a vida que havia levado e testemunhado. "Foi o primeiro livro que li na vida", conta.
Incentivado por outros zezinhos, que ingressavam no vestibular ao deixar a Casa, passou a levar apostilas para estudar nos intervalos dos empregos que conseguia.
Fez supletivo e aos 21 anos ingressou no curso de Português e Inglês da Universidade de São Paulo (USP).
No ano seguinte, voltou à escola em que estudava - e de onde foi expulso - para lecionar português.
Também escreveu um livro, Zona de Guerra, que será relançado dia 20 de setembro, com tarde de autógrafos na Casa do Zezinho.
Trabalhando em uma entidade não governamental e fazendo pós-graduação em Educação Social, Marcos passou a intermediar conflitos na região.
"Eu roubava para ter status. Hoje busco o respeito daqueles que não se sentem respeitados, o que busco conseguir compreendendo e ouvindo o que eles passam. Minha trajetória serve como um fio de esperança e mostra que é possível mudar."

Pimavera dos Livros


26.8.09

Dilma x Lina: mais uma crise fabricada

No Terra Magazine entrevista com Everardo Maciel, secretário da Receita durante o governo FHC, portanto longe de ser petista, coloca lenha na fogueira sobre a crise da hora.
Bob Fernandes, aquele jornalista que toda vez que leio convence-me de que como foi acertada a minha decisão de não fazer jornalismo - perto dele seria muito medíocre - oferece lição de correção na entrevista.
(...) Dito isso, vamos ao que, sem meias palavras, afirma Everardo Maciel sobre os rumorosíssimos casos da dita "manobra contábil" da Petrobras - que desaguou numa CPI -, da suposta conversa entre a Ministra Dilma Rousseff e a ex-Secretaria da Receita Lina Vieira e da alardeada "pressão de grandes contribuintes", fator que explicaria a queda na arrecadação:
- Não passam de factóides. Não passam de uma farsa.
Sobre a suposta manobra contábil que ganhou asas e virou fato quase inquestionável, diz o ex-Secretário da Receita Federal de FHC:
-É farsa, factóide... a Petrobras tem ABSOLUTO DIREITO (NR: Destaque a pedido do entrevistado) de escolher o regime de caixa ou de competência para variações cambiais, por sua própria natureza imprevisível, em qualquer época do ano. É bom lembrar que a opção pelo regime de caixa ou de competência não repercute sobre o valor do imposto a pagar, mas, sim, a data do pagamento. Essas coisas todas são demasiado elementares.
Clique aqui para ler a matéria na íntegra.
Melhor ainda, o Terra Magazine dá voz ao outro lado. Ouviu também o arquiteto das denuncias, o senador do DEM/RN, Agripino Maia:
O líder do DEM no Senado, Agripino Maia (RN), rebate a entrevista dada a Terra Magazine pelo ex-secretário da Receita, Everardo Maciel, que permaneceu no cargo durante o governo FHC. O parlamentar admite que Maciel é próximo a seu partido e estranha as declarações do ex-secretário, que chamou de "farsa e factóide" as acusações feitas contra a Petrobras e a ministra Dilma Rousseff.
Sobre o suposto encontro entre a também ex-secretária da Receita, Lina Vieira, e a ministra Dilma, o líder do DEM ataca avaliação de Maciel:
- É a opinião dele, que é técnica. A opinião dele é técnica e não abrange a conotação política que o Brasil todo está interessado em esclarecer. (...) Não se trata de uma avaliação técnica, mas política que deve ser feita no campo político e por políticos.
Clique aqui para ler toda a entrevista.

25.8.09

Capão Redondo: quando a justiça funciona

Algumas palavras conseguem me emocionar rapidamente, principalmente quando se percebe que o que move o escritor é o coração, a alma ofendida. Não importa o preciosismo da língua, a correção da gramática, importa a dor que elas exprimem. O que a TV mostrou ontem no Capão Redondo o guerreiro Férrez retrata em poucas palavras:

Não foi fácil olhar aqueles rostos, lágrimas tentavam cobrir o vermelho que a fumaça trouxe.
perder tudo é falar bobagem, perderam o pouco que tinham.
800 famílias.
um terreno partícular.
a justiça em ação, nesses casos ela funciona, o terreno vai voltar para o proprietário, que por tanto tempo nunca foi lá usar.
tinha mais de 500 policiais.
Vai um grande salve pros bombeiros, que mesmo sem a água chegar, fizeram o possível para os moradores não perderem mais, muitos sairam passando mal intoxicados, também tinha uma equipe fiminina da PM que veio trazer água pra gente e leite, lição de humildade em meio ao caos.

Se quiser ver as fotos da praça de guerra, é só clicar aqui.

Moradores de rua tocam fogo na revista Veja

É com a alma lavada e enxaguada, como diria Odorico Paraguassu, que vejo este filme no Youtube.
19 de agosto - Dia Nacional de Luta da População em Situação de Rua. 2009 - Cinco anos do massacre de pessoas em situação de rua no Centro de São Paulo. Ato na Praça da Sé. Repúdio à revista Veja e à reportagem "Profissão Mendigo" publicada na Veja São Paulo (edição n° 2126 / agosto).


24.8.09

Negro agredido no Carrefour, motivo: acusado de roubar o próprio carro

Esse post eu "roubei" do Boteco Sujo, clique aqui para visitá-lo. Texto oportuno, ainda mais num momento em que vários personagens, como um tal de Ali Kamel, insistem em dizer que não existe racismo no Brasil.

Dez motivos para não comprar no Carrefour

1. Espanca negro que dirige EcoSport.

2. Discriminou os atores de "Cidade de Deus"...

3. ...mas fez acordo com os traficantes de verdade para "terceirizar" sua segurança.

4. Dizem que agride crianças...

5. ...e também não gosta de homossexuais.

6. Na França, foi flagrado vendendo carne vencida.

7. Comprava roupas de Bangladesh produzidas em condições insalubres.

8. É acusado de matar ladrão de coxinha...

9. ...e de transformar uma barra de cereal em caso de polícia...

10. ...mas já comprou carga roubada dos grandes ladrões.

19.8.09

Marina Silva não é mais do PT

A TV noticiou aos montes, tenho certeza de que será manchete de 10 entre 10 jornais amanhã, os blogs estão comentando e o assunto está bombando no Twitter.
Escolhi um texto ponderado de um colunista da CartaCapital, Celso Marcondes. Leiam um trecho a seguir:
A senadora Marina Silva acaba de anunciar sua saída do Partido dos Trabalhadores, de quem foi fundadora e militante há mais de 30 anos. Como esperado nas últimas semanas, ela deve se integrar aos quadros do Partido Verde, onde assumirá um papel de direção, que pode ser a própria presidência do partido. Completando este segundo ato, deve iniciar sua campanha para a presidência da República em 2010 – embora não vá fazer tão cedo este anúncio oficial.
Para lê-lo na íntegra é só clicar aqui.

18.8.09

Carta aberta à companheira Marina Silva

Belo texto que li no Vi o Mundo.
Abaixo pequeno trecho dele:
As esquerdas têm o dever de ouvir a voz de Marina Silva. As razões de Marina Silva. Ela, que já deu tanto à nossa geração, receba, agora, por todos os lados, a nossa mão estendida. As mãos que teceram ao longo de três décadas a rede de sonhos e esperanças que nos mobilizou a todos; a capacidade de organizar nossa ação na base da sociedade para reivindicar direitos sociais por meio da CUT; levantar bandeiras ambientais como nos "empates" liderados por Chico Mendes para deter a voracidade dos desmatadores da Amazônia; ou para formular e conduzir políticas públicas de desenvolvimento sustentável no Ministério do Meio Ambiente, liderados por ela. Nós que já sonhamos tanto por uma sociedade de harmonias, livre das opressões, precisamos também saber compor com as harmonias da Terra.
Para lê-lo na íntegra, altamente recomendável, clique aqui.

14.8.09

O contra-ataque da Record

A Record respondeu. Escolhi o vídeo do dia 13/8/09.

A Globo bate na Record

Na terça-feira, dia 11/8/09, a Globo voltou a bater, firme, na TV Record e na Igreja Universal do Reino de Deus.

Marina da Silva vai para o PV

Para quem busca entender a movimentação da Senadora Marina da Silva, o texto que segue é imperdível. É de autoria de Celso Marcondes e pode ser lido na íntegra no site da CartaCapital, basta clicar aqui:
Marina vai à guerra
14/08/2009 10:11:47
A senadora Marina Silva será candidata à presidência da República pelo Partido Verde. Ela já fechou o ciclo de “consulta às bases” no Acre e já ouviu os tardios apelos dos emissários petistas para que não deixe o barco que ajudou a construir. Concluirá assim um processo de desgastes e atritos com o governo federal que acompanhou seus quase seis anos de ministério do Meio Ambiente, de onde saiu triste e calada, depois de inúmeros conflitos, em particular com a ministra Dilma Rousseff e com o ex-ministro Mangabeira Unger.