Este governo desunamo quer acabar com os pobres, atirando-os na lata do lixo, não oferecendo as oportunidades de acesso à educação, saúde, renda e moradia.
Veja um resumo:
Aqui é um espaço reservado a todo e qualquer devaneio que divirta, faça pensar, seja solidário, discuta política e nossa sociedade. Pode ser de esquerda ou de direita! Não aceito postagens anônimas, ofensivas, injuriosas ou preconceituosas, ou que não possam ser respondidas - para isso é necessário um e-mail válido - de resto faça desse blog o seu espaço de reflexão.
Este governo desunamo quer acabar com os pobres, atirando-os na lata do lixo, não oferecendo as oportunidades de acesso à educação, saúde, renda e moradia.
Veja um resumo:
A SABESP precisa continuar nas mãos do poder público!
O segundo turno se aproxima e dos votos dos eleitores teremos o resultado que vai determinar o projeto de nação que seremos.
De um lado a democracia e o
respeito aos indivíduos e a proteção aos mais fracos e do outro os defensores
da ditadura, tortura, do preconceito e da morte.
Carregamos quase 700.000
mortos pela pandemia.
Nesse período vimos pessoas
morrendo por falta de oxigênio e muitos por falta de vacinas, enquanto o (des)presidente
da república (assim mesmo, com letras pequenas) e seus asseclas riam e se
divertiam com a morte.
O país se dividiu e minha
família – numerosa família de nordestinos que há muito tempo residem no Sudeste
– também.
Somos todos trabalhadores.
Professores e professoras, funcionários de universidades, policiais,
engenheiros, pequenos proprietários, bancários, profissionais de TI etc. Mas
todos são trabalhadores, uns com um bom padrão de renda e outros lutando com
mais dificuldades.
Pois bem, também nos dividimos.
Divisão marcada pela fake News
e pelo fanatismo religioso.
Como é normal numa família tão
numerosa não tenho contato próximo com todos os parentes, até porque muitos
moram em outras cidades, principalmente no interior de São Paulo e outros moram
em bairros distantes na capital mesmo.
Então a pregação fascista
desses me entristeceu, mas o mecanismo foi simples: bloque nas redes sociais!
Mas outras pessoas eram muito
próximas e, nesse caso, o sentimento é de luto. Primos com os quais
compartilhamos ótimos momentos de vida, festas de final de ano, aniversários e encontros
diversos me trouxeram um sentimento de luto.
É como se tivesse perdido uma
pessoa amada para sempre.
Não posso conviver com quem
defende a tortura. Com quem acha que uma pessoa preta vale menos do que uma
pessoa branca ou que uma mulher é fruto de uma fraquejada e que merece ganhar
menos do um homem porque engravida. Que tem em professores e cientistas seus
inimigos pessoais. Que discrimina pessoas trans.
Dentre estes que me enlutaram
existem pessoas com bom nível de instrução formal, pessoas por quem eu nutria profundo
respeito e muito carinho.
Divergência de opinião é
normal e bacana, mas não posso aceitar o fascismo como opinião.
Aqui jaz uma pessoa ferida
pela política, que sempre foi minha paixão.
Mas tem suas compensações.
Tenho um grupo no WhatsApp com o nome de “Florianos com Lula 2022”; meus pais,
ele com 80 e ela com 78 anos, estão firmes no 13; minhas irmãs e sobrinhos
também e, aqui em casa, eu e minha companheira de vida temos nos apoiados
mutuamente nos momentos de tristeza.
Minha felicidade maior está na
convicção política do meu filho, jovem estudante de engenharia no interior de São
Paulo.
A primavera chegou e com ela uma possibilidade razoável de elegermos Lula no primeiro turno.
Junto com ele, teremos que
eleger uma bancada progressista para que consigamos tirar o país desse lamaçal no
qual estamos mergulhados.
Ler o noticiário é um
permanente exercício de sofrimento. Mentiras oficiais, agressões, atentados e
disparates proferidos pelo coisa ruim e seus seguidores é o que mais aparece.
Às vezes me bate um
desalento, mas também uma esperança de dias melhores.
O movimento de artistas e
intelectuais nas redes sociais é emocionante. O apoio a democracia só cresce,
vindo dos mais diferentes endereços.
Ainda falta Ciro Gomes,
mas esse parece ser muito difícil, está tomado de rancor e ódio ao PT e ao
Lula.
Temos um hino pra eleição
de 02/10!
É como se a esperança
reacendesse um chamamento para a reconstrução da nossa frágil democracia.
É muito bom ouvir vozes
tão lúcidas e ver parte do país irmanado na missão de eleger Lula e uma grande
bancada progressista para a nova legislatura do Congresso.
É preciso desfazer tudo
que esse governo fez e fazer uma grande faxina na sociedade.
Não se pode admitir
preconceitos, de quaisquer tipos.
O que aconteceu com a jornalista Vera Magalhães no debate entre os governadores é inadmissível, não podemos aceitar, seja qual for o ângulo de análise.
Devemos prestar toda nossa solidariedade a ela.
Clique aqui
para ver o vídeo do absurdo.
Mas, como mencionou Milly
Lacombe precisamos tentar entender o cenário que tornou tal episódio possível.
Basta clicar aqui para ler o que escreveu a jornalista.
A mídia brasileira precisa
fazer sua autocrítica, algo que ela pede com sofreguidão ao PT, por exemplo.
Talvez precisem se
espelhar no que afirma o youtuber Felipe Neto, que afirmou em vídeo recente que
se enganou quando fazia críticas ácidas ao Lula e ao PT. Ou ao ReinaldoAzevedo, que cunhou o termo “petralha” e percebeu, em tempo, a armadilha da
Lava Jato.
Vera Magalhães não fez
nada disso, continua com sua postura arrogante e teima em não aprender com os
fatos recentes.
Sua louvação a Lava Jato
e sua devoção ao juiz parcial Sérgio Mouro é constrangedora.
A forma como sempre se
referiu a presidenta Dilma, carregada de preconceito e desinformação é de
causar vergonha alheia.
Seria ela uma pessoa
ingênua? Como ocorre com jornalistas que saem da faculdade, sedentos por construir
uma carreira nesse mundo competitivo?
Não é caso. Ela já tem muita
experiência, afinal com quase 50 anos de vida e uma carreira desenvolvida em
grandes veículos de comunicação essa alegação não cabe.
Faltou-lhe inteligência?
Não é possível, uma pessoa que ocupa posições de entrevistadora ao vivo não teria
a longevidade que ela tem como âncora/entrevistadora.
Então o que sobra como alternativa
para justificar as ações dela no passado recente, tão bem delineadas no texto
de Milly Lacombe?
Deixo tal julgamento para
quem desejar fazê-lo.
Veio a redemocratização e
com ela o governo Sarney. Diga o que quiser sobre ele e suas jequices, mas ele
sabia respeitar a liturgia do cargo. Não me ocorre lembrança dele desrespeitar
uma autoridade estrangeira ou falar barbaridades em seus pronunciamentos.
Depois veio o Fernando
Collor, que durante a campanha eleitoral afirmou que tinha “aquilo roxo”. Vergonha
alheia, mas que caiu como uma luva para o eleitorado dele, machista e necessitado
de permanente autoafirmação.
A propósito, presenciei uma discussão num ônibus e o machão briguento afirmou para o cobrador que tinha aquilo roxo. Um
gaiato, no fundo do ônibus gritou: então corta, porque gangrenou!
Com o impeachment do
caçador de marajás, vice-rei de Alagoas, assumiu a presidência da república o
Itamar Franco, que ficou famoso por três coisas: ressuscitar o Fusca, criar o plano Real e ir ao
camarote presidencial no carnaval acompanhado por uma modelo com a perereca
exposta.
Com FHC, Lula e Dilma a sexualidade
dos presidentes parou de ser manchete de jornais, mas voltou com o golpista Temer,
que teve seu tratamento de uretra mostrado em horário nobre e sua virilidade
elogiada por Roberto Jefferson, que afirmou que só num homem viril seria
possível tal doença.
Mas eis que surge o boçal
maior da República. O atual (des)presidente, que sempre cantou suas “virtudes
sexuais” em entrevistas, fossem elas com as galinhas na tenra infância ou como
comedor de gente com dinheiro público, usa o 7 de setembro para afirmar - sem
que ninguém tivesse perguntado -, sua imbrochabilidade!
O desqualificado que ocupa a cadeira da
Presidência da República não se cansa de dar vexames, desde os mais graves, como
a demora na aquisição de vacinas e a compra de107 imóveis, alguns deles em
dinheiro vivo, até esse coro digno da 5ª Série A, dizendo-se imbrochável.
Fico imaginando a dificuldade
da imprensa estrangeira em explicar para o seu público leitor o significado da
expressão e a importância dela nas comemorações dos 200 anos de Independência
do país.
Parece que não há limites
para o fundo do poço!
O Brasil nunca foi independente, sempre tivemos “donos”, fossem as metrópoles ou as elites locais, associada aos colonizadores.
E, para piorar, nossas
elites nunca tiveram um projeto de nação, sempre preocupadas com a exploração
do povo e contentes com as migalhas que caem da mesa dos colonizadores.
Basta olhar com atenção
para nossa história, que é sempre marcada pelo entreguismo e pela espoliação do
povo.
Foi assim na Independência,
pela qual indenizamos os portugueses, comprando a independência de Portugal e
nos enredando com a Inglaterra, para depois passarmos a esfera de dominação dos
EUA.
Também a Proclamação da
República foi um acerto feito pelas elites, tendo o povo apenas como massa de
manobra
E assim sucessivamente,
com golpes de estado aqui e acolá, com a violência das armas e o servilismo das
Forças Armadas sempre que os avanços do campo popular chamavam a atenção.
Prevaleceu sempre o
atraso da elite agrária sobre o projeto de nação.
Quando conquistamos
alguns avanços eles são contidos por articulações escrotas, foi assim no
governo João Goulart, quando o Brasil foi interrompido pela ditadura cívico militar
de 1964, foi assim com os tímidos avanços dos governos petistas no início deste
século.
Assim vai o Brasil,
padecendo sob o jugo das elites, juntamente com a América Latina, onde hoje prevalecem os golpes patrocinados pela máquina judiciária, travestindo o que sempre fizeram com o poder das armas por uma pretenda legalidade.
É as desculpas se aprimoram. Em 1964 era a ameaça comunista, agora é a ameaça da conquista de direitos por parte da imensa maioria. Antes eram as igrejas, o rádio e os jornais contra o comunismo, agora são as fake news, ou melhor dizendo as mentiras propagadas pelas redes sociais
Não me entendam mal, mas, às vezes, sinto saudades das aulas de OSPB. Não a matéria criada pela ditadura, mas aquela que se lecionava nas escolas pública no final dos anos de 1980, especialmente do livro assinado pelo Frei Beto, conforme mencionado no texto abaixo.
Em 2016 publiquei nesse blog o texto abaixo, que trata da necessidade de educação política nas escolas, além dos outros espaços coletivos.
Claro que
hoje teríamos outros espaços para essa educação, mas a ideia continua presente.
Enquanto não
construirmos um sólido conhecimento na área estaremos suscetíveis aos governos
como este que nos apavora e que tantas coisas ruins têm produzido na sociedade.
Educação
política
Vivemos uma crise na nossa sociedade. Penso que essa crise tenha começado aí por volta de 1500.
Agora ela
está totalmente exposta, seja na política de alta rapinagem seja no cotidiano.
Do deputado
safado ao flanelinha que pratica extorsão, passando pelo árbitro de futebol que
arruma os resultados dos jogos em benefício de alguns apostadores.
Não é, portanto,
uma crise política apenas. Às vezes tenho a impressão de que as pessoas que
reclamam, a maioria pelo menos, o fazem por não se beneficiar das maracutaias.
Por outro
lado, percebo uma dificuldade muito grande em imputar as responsabilidades
pertinentes, mesmo por parte daquelas pessoas razoavelmente informadas e com
bom nível de educação formal.
A educação
política acontece, prioritariamente, dentro dos sindicatos, partidos políticos,
ONGs, associações comunitárias, centros acadêmicos etc. e com o próprio
amadurecimento do indivíduo.
É fácil
perceber, no entanto que o individualismo presente no nosso modo de vida afasta
as pessoas dessas instituições participativas.
Entendo que a
ação política, o exercício da cidadania, independe da escolarização, mas, por
outro lado, sinto que a escola poderia contribuir decisivamente com a formação
política dos nossos jovens.
Não no
aspecto partidário, mas no conhecimento da Constituição, por exemplo, assim
como dos demais aspectos legais da defesa do cidadão, do conjunto de deveres e
direitos pertinentes ao exercício da cidadania, além da história dos partidos
políticos, do sindicalismo, do movimento estudantil, enfim das inúmeras
oportunidades que, ao longo da história, fizeram do povo protagonista do seu
próprio destino, sem depender dos heróis, fabricados ou verdadeiros.
Talvez uma
disciplina escolar, calcada nas relações interdisciplinares, que retome o que
havia de bom numa matéria imposta pela ditadura militar, OSPB (Organização
Social e Política Brasileira), que foi brilhantemente reformulada numa coleção
didática escrita por Frei Betto. Teríamos então um grande encontro da História
e da Geografia, mediado pelo Português, com o apoio das outras disciplinas
escolares para, num esforço conjunto, oferecer ao aluno possibilidades de
leitura do mundo que o capacite ao pleno exercício de sua cidadania,
entregando-lhe um arsenal adequado para a leitura da grande mídia sem cair na
armadilha do sensacionalismo barato das notícias frugais.
Temas como
crise política, reforma política, América Latina, ambiente, mídias, saúde
(física, mental, sexual), enfim um amontoado de temas que, repito, em conjunto
com as outras disciplinas escolares, poderia ser abordado de acordo com os
anseios da comunidade escolar e do contexto que lhe diz respeito.
Claro que tal
proposta não pode se distanciar de uma melhoria no sistema educacional, com
melhores salários e capacitação para os profissionais envolvidos na sua
execução.
Texto publicado em 2/09/2016
O Canal Desmascarando fez um apanhado das mentiras contadas pelo coiso no debate da Band.
Ontem foi dia do primeiro debate entre os candidatos à presidência da república na Rede Bandeirantes, que organizou o evento junto com a TV Cultura, UOL e Folha de S.Paulo.
Não me agrada o formato
desses debates, parecem-me muito engessados, com limite de tempo muito severo,
mas, sinceramente, não sei qual modelo seria mais interessante.
Lembrei-me de outros
debates, como aquele que reuniu políticos brilhantes as vésperas das eleições
de 1989: Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Leonel Brizola (PDT), Paulo Maluf
(PDS), Roberto Freire (PCB), Affonso Camargo (PTB), Aureliano Chaves (PFL),
Ronaldo Caiado (PSD), Mário Covas (PSDB) e Guilherme Afif Domingos (PL).
Fernando Collor (PRN) e Ulysses Guimarães (PMDB).
Grandes frasistas, alguns
com as marcas das oligarquias que lhe deram origem, com Brizola e Lula afiadíssimos
e Maluf como o herdeiro da ditadura militar que estava acabando, era mais
interessante do que os de hoje.
Ontem estiveram presentes
os candidatos Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Jair Bolsonaro (PL), Ciro Gomes
(PDT), Simone Tebet (MDB), Felipe d’Ávila (Novo) e Soraya Thronicke (União
Brasil). Nenhum deles com o brilho dos políticos que estavam presentes em 1989,
inclusive Lula.
Na minha visão Lula jogou
pelo empate, o que pra ele já serve. Como líder nas pesquisas eleitorais
qualquer bate-boca seria desgastante,
A desvantagem nas
pesquisas obrigou o Bolsonaro a partir para o ataque, mas tentando se
resguardar de ataques adversários.
Simone Tebet saiu
ganhadora, mas o que isso significa? Acho que nada. Em razão do adiantado da
hora e do formato engessado do debate o máximo que ela vai conseguir é
firmar-se como "terceira via".
O "professor"
Felipe D'Ávila é um zero à esquerda e continuou com esse papel, já a Soraya Thronicke
fez um treino razoável, preparando-se para futuras empreitadas.
O Ciro Gomes, sobre o
qual se depositava enorme expectativa, se controlou, o que é ruim para o espetáculo
e, assim como o Lula, parecia travado, não brilhou como de costume nos debates
e entrevistas.
Os entrevistadores foram
bem, estranhei o nervosismo do Leão Serva, diretor de jornalismo da Cultura,
parecia que ia ter um trem.
O ponto alto foi Vera
Magalhães. A jornalista que se esmerou em atacar o PT e Lula nos últimos anos,
sendo sempre uma ardorosa defensora de Moro e cia., sofreu um ataque gratuito
do atual presidente. Ela vem sendo chamada de esquerdista nas redes
bolsonaristas e Bolsonaro, irritado com a pergunta sobre vacinas, partiu para o
ataque.
Jornalistas de vários
veículos foram às redes sociais para prestar solidariedade a jornalista.
No mesmo esquema
Bolsonaro também atacou Simone Tebet. Esta lhe respondeu como ele merecia ser
respondido.
Não sou analista político,
mas arriscaria dizer que Bolsonaro foi o que mais perdeu e Simone Tebet a que
se saiu melhor da refrega.
Aguardemos os próximos
capítulos!
Ontem foi dia do primeiro
debate entre os candidatos à presidência da república na Rede Bandeirantes, que
organizou o evento junto com a TV Cultura, UOL e Folha de S.Paulo.
Não me agrada o formato
desses debates, parecem-me muito engessados, com limite de tempo muito severo,
mas, sinceramente, não sei qual modelo seria mais interessante.
Lembrei-me de outros
debates, como aquele que reuniu políticos brilhantes as vésperas das eleições
de 1989: Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Leonel Brizola (PDT), Paulo Maluf
(PDS), Roberto Freire (PCB), Affonso Camargo (PTB), Aureliano Chaves (PFL),
Ronaldo Caiado (PSD), Mário Covas (PSDB) e Guilherme Afif Domingos (PL).
Fernando Collor (PRN) e Ulysses Guimarães (PMDB).
Grandes frasistas, alguns
com as marcas das oligarquias que lhe deram origem, com Brizola e Lula afiadíssimos
e Maluf como o herdeiro da ditadura militar que estava acabando, era mais
interessante do que os de hoje.
Ontem estiveram presentes
os candidatos Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Jair Bolsonaro (PL), Ciro Gomes
(PDT), Simone Tebet (MDB), Felipe d’Ávila (Novo) e Soraya Thronicke (União
Brasil). Nenhum deles com o brilho dos políticos que estavam presentes em 1989,
inclusive Lula.
Na minha visão Lula jogou
pelo empate, o que pra ele já serve. Como líder nas pesquisas eleitorais
qualquer bate-boca seria desgastante,
A desvantagem nas
pesquisas obrigou o Bolsonaro a partir para o ataque, mas tentando se
resguardar de ataques adversários.
Simone Tebet saiu
ganhadora, mas o que isso significa? Acho que nada. Em razão do adiantado da
hora e do formato engessado do debate o máximo que ela vai conseguir é
firmar-se como "terceira via".
O "professor"
Felipe D'Ávila é um zero à esquerda e continuou com esse papel, já a Soraya Thronicke
fez um treino razoável, preparando-se para futuras empreitadas.
O Ciro Gomes, sobre o
qual se depositava enorme expectativa, se controlou, o que é ruim para o espetáculo
e, assim como o Lula, parecia travado, não brilhou como de costume nos debates
e entrevistas.
Os entrevistadores foram
bem, estranhei o nervosismo do Leão Serva, diretor de jornalismo da Cultura,
parecia que ia ter um trem.
O ponto alto foi Vera
Magalhães. A jornalista que se esmerou em atacar o PT e Lula nos últimos anos,
sendo sempre uma ardorosa defensora de Moro e cia., sofreu um ataque gratuito
do atual presidente. Ela vem sendo chamada de esquerdista nas redes
bolsonaristas e Bolsonaro, irritado com a pergunta sobre vacinas, partiu para o
ataque.
Jornalistas de vários
veículos foram às redes sociais para prestar solidariedade a jornalista.
No mesmo esquema
Bolsonaro também atacou Simone Tebet. Esta lhe respondeu como ele merecia ser
respondido.
Não sou analista político,
mas arriscaria dizer que Bolsonaro foi o que mais perdeu e Simone Tebet a que
se saiu melhor da refrega.
Aguardemos os próximos
capítulos!
Ontem foi dia do primeiro debate entre os candidatos à presidência da república na Rede Bandeirantes, que organizou o evento junto com a TV Cultura, UOL e Folha de S.Paulo.
Não me agrada o formato
desses debates, parecem-me muito engessados, com limite de tempo muito severo,
mas, sinceramente, não sei qual modelo seria mais interessante.
Lembrei-me de outros
debates, como aquele que reuniu políticos brilhantes as vésperas das eleições
de 1989: Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Leonel Brizola (PDT), Paulo Maluf
(PDS), Roberto Freire (PCB), Affonso Camargo (PTB), Aureliano Chaves (PFL),
Ronaldo Caiado (PSD), Mário Covas (PSDB) e Guilherme Afif Domingos (PL).
Fernando Collor (PRN) e Ulysses Guimarães (PMDB).
Grandes frasistas, alguns
com as marcas das oligarquias que lhe deram origem, com Brizola e Lula afiadíssimos
e Maluf como o herdeiro da ditadura militar que estava acabando, era mais
interessante do que os de hoje.
Ontem estiveram presentes
os candidatos Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Jair Bolsonaro (PL), Ciro Gomes
(PDT), Simone Tebet (MDB), Felipe d’Ávila (Novo) e Soraya Thronicke (União
Brasil). Nenhum deles com o brilho dos políticos que estavam presentes em 1989,
inclusive Lula.
Na minha visão Lula jogou
pelo empate, o que pra ele já serve. Como líder nas pesquisas eleitorais
qualquer bate-boca seria desgastante,
A desvantagem nas
pesquisas obrigou o Bolsonaro a partir para o ataque, mas tentando se
resguardar de ataques adversários.
Simone Tebet saiu
ganhadora, mas o que isso significa? Acho que nada. Em razão do adiantado da
hora e do formato engessado do debate o máximo que ela vai conseguir é
firmar-se como "terceira via".
O "professor"
Felipe D'Ávila é um zero à esquerda e continuou com esse papel, já a Soraya Thronicke
fez um treino razoável, preparando-se para futuras empreitadas.
O Ciro Gomes, sobre o
qual se depositava enorme expectativa, se controlou, o que é ruim para o espetáculo
e, assim como o Lula, parecia travado, não brilhou como de costume nos debates
e entrevistas.
Os entrevistadores foram
bem, estranhei o nervosismo do Leão Serva, diretor de jornalismo da Cultura,
parecia que ia ter um trem.
O ponto alto foi Vera
Magalhães. A jornalista que se esmerou em atacar o PT e Lula nos últimos anos,
sendo sempre uma ardorosa defensora de Moro e cia., sofreu um ataque gratuito
do atual presidente. Ela vem sendo chamada de esquerdista nas redes
bolsonaristas e Bolsonaro, irritado com a pergunta sobre vacinas, partiu para o
ataque.
Jornalistas de vários
veículos foram às redes sociais para prestar solidariedade a jornalista.
No mesmo esquema
Bolsonaro também atacou Simone Tebet. Esta lhe respondeu como ele merecia ser
respondido.
Não sou analista político,
mas arriscaria dizer que Bolsonaro foi o que mais perdeu e Simone Tebet a que
se saiu melhor da refrega.
Aguardemos os próximos
capítulos!
Está na hora de fazer escolhas!
Gostaria de apresentar a
candidatura a deputada estadual da Prof.ª Juliana, vereadora da cidade de Americana,
uma jovem liderança do Partido dos Trabalhadores.
Voz progressista solitária
na Câmara dos Vereadores da cidade tem demonstrado que com trabalho,
persistência e apoio da população é possível melhorar a vida das pessoas.
Ter uma pessoa como a Prof.ª
Juliana na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo significará uma enorme
esperança de melhoria no estado de SP,
com práticas políticas verdadeiras, aquela política que visa apenas o bem estar
da população.
Veja um pouco da sua
trajetória:
Ser político é algo inerente ao próprio ser humano.
Conviver é um ato político, assim como relacionar-se
com outros seres humanos, seja no trabalho ou na vida pessoal.
Vivemos fazendo escolhas, nem sempre as melhores, mas
sempre as possíveis. Às vezes damos com os burros n’água, outras acertamos.
Isso é fruto de decisão política.
Há uma tendência de demonizar a política e os
políticos. Mas isso é um equívoco.
Dentro do nosso sistema de governo, a tal democracia
representativa, todos os políticos são escolhidos por voto direto do povo,
então o erro está, em primeiro lugar, em quem escolhe.
Claro que precisamos aperfeiçoar os critérios de escolha,
mas não há outro caminho no momento que não esse, o da democracia
representativa.
Precisamos primeiro cumprir o que está escrito na
Constituição Federal. A busca incessante da justiça social e da diminuição das
desigualdades devem orientar as ações políticas, mas como explicar isso ao
eleitor?
Em 02 de outubro próximo vamos votar para Presidente
da República, que chefiará o poder Executivo Federal nos próximos quatro anos, os governadores das 27 unidades da federação, também com mandato de 4 anos, um
Senador por unidade da federação com mandato de 8 anos, além de deputados
federais e estaduais, com mandatos de quatro anos.
Você sabe qual a função de cada um desses cargos? Como
são escolhidos? Quanto custa cada um deles para a população?
Vamos tentar responder essas questões nas próximas
postagens,
Em abril de 2008 publiquei um texto contra o voto obrigatório. O tempo passou, mas continuo com a mesma opinião: voto obrigatório é uma anomalia!
Não é possível
que, em pleno século XXI, as pessoas sejam obrigadas a exercer um direito. Isso
causa, a meu ver, enorme distorção no sistema de representação política.
A
obrigatoriedade do voto é uma anomalia que precisa ser corrigida imediatamente,
deveria ser item prioritário da Reforma Política, aquela prometida faz tempo e
que nunca acontece.
Obrigar o
indivíduo, sob coação, a fazer algo não pode ser encarado como exercício de um
direito.
Tal
obrigatoriedade fragiliza um dos principais elos do exercício político: o
partido!
O partido
político além de disputar o poder, o que é legítimo, deveria também
preocupar-se em educar o cidadão para a política e a representação,
esforçando-se por ser um canal de participação, ao mesmo tempo em que renovaria
suas próprias lideranças.
Considero que
dentre os vários problemas políticos existentes em nossa legislação o voto
obrigatório é o mais escandaloso, seguido de perto do instituto da reeleição.
Como é no mundo:
A reeleição
permite a criação de “donos de cargos representativos”. Isso à direita e à
esquerda, afinal já tem ex-guerrilheiro com 24 anos como deputado federal
“profissional”.
Isso inibe o
surgimento de novas lideranças e a oxigenação da representação parlamentar.
O voto
facultativo obrigaria os partidos políticos a fazerem-se presentes no cotidiano
das pessoas, nas fábricas, escolas, nos bancos etc., pois seria mais importante
convencê-la a participar para depois pedir-lhe o voto.
Com a
obrigatoriedade vemos os partidos jogando suas fichas no “marquetingue”
político em detrimento de ideias e propostas.
Programa de
governo então é coisa que só é produzida depois que ocorre a eleição e olhe lá!
As legendas
de aluguel, que pontificam no horário político obrigatório, tenderiam ao
desaparecimento, pois o teatro político seria transferido para a vida real,
longe das telinhas e das jogadas asquerosas.
Embora várias pesquisas de opinião indiquem a contrariedade da população com relação ao voto obrigatório, as iniciativas legislativas contra ele não têm prosperado.
A CNN fez uma radiografia das abstenções nas últimas eleições presidenciais: